HISTÓRIA, GEOGRAFIA, ENSINO RELIGIOSO, CULTURA e ATUALIDADES - (filmes, músicas e livros)

O SÍTIO DO PICAPAU AMARELO

MONTEIRO LOBATO - O SÍTIO DO PICA PAU AMARELO A história do Sítio do Picapau Amarelo teve início no ano de 1921, quando Monteiro  Lobato pub...

sexta-feira, 24 de abril de 2026

REVOLTA DE FILIPE DOS SANTOS

A REVOLTA

Também conhecida como Revolta de Vila Rica, este movimento nativista ocorreu no ano de 1720, na região das Minas Gerais, durante o período do Ciclo do Ouro.
A região de Minas Gerais produzia muito ouro no século XVIII. A coroa portuguesa aumentou muito a cobrança de impostos na região. O quinto, por exemplo, era cobrado sobre todo outro extraído (20% ficavam com Portugal). Esta cobrança ocorria nas Casas de Fundição.
Era proibida a circulação de ouro em pó ou em pepitas. Quem fosse pego desrespeitando as leis portuguesas era preso e recebia uma grave punição (degredo para a África era a principal).
Causa e Objetivo
Os donos das minas estavam sendo prejudicados com as novas medidas da Coroa para dificultar o contrabando do ouro em pó. A Coroa Portuguesa decidiu instalar quatro casas de fundição, onde todo ouro deveria ser fundido e transformado em barras, com o selo do Reino (nessa mesma ocasião era recolhido o imposto de cada cinco barras, uma ficava para a Coroa portuguesa).
Assim, só poderia ser comercializado o ouro em barras com o selo real, acabando com o contrabando paralelo do ouro em pó e consequentemente, com o lucro maior dos donos das minas. Então, esses últimos organizaram essa revolta para acabar com as casas de fundição, com os impostos e com o forte controle em cima do contrabando.
O líder e suas ideias
Felipe dos Santos Freire era um rico fazendeiro e tropeiro (dono de tropas de mulas para transporte de mercadorias). Com seus discursos e ideias atraiu a atenção das camadas mais populares e da classe média urbana de Vila Rica. Defendia o fim das Casas de Fundição e a diminuição da fiscalização metropolitana.
A Revolta
A revolta durou quase um mês. Os revoltosos pegaram em armas e chegaram a ocupar Vila Rica. Diante da situação tensa, o governador da região, Conde de Assumar, chamou os revoltosos para negociar, solicitando que abandonassem as armas.
Após acalmar e fazer promessas aos revoltosos, o conde ordenou às tropas para que invadissem a vila. Os líderes foram presos e suas casas incendiadas. Felipe dos Santos, considerado líder, foi julgado e condenado à morte por enforcamento.
Consequências da Revolta
Como consequência, a Coroa procurou limitar as vias de acesso às Minas e o escoamento da produção, visando inibir o contrabando e a evasão fiscal. Para facilitar essa tarefa, foi criada a Capitania de Minas Gerais, separada da Capitania de São Paulo.
Os revoltosos realizaram uma marcha até a sede do governo da capitania em Mariana, e como o governador Conde de Assumar não tinha como barrar a força dos donos das minas, ele prometeu que as casas de fundição não seriam instaladas e que o comércio local seria livre de impostos. Os rebeldes voltaram então para Vila Rica, de onde haviam saído. Aproveitando a trégua, o conde mandou prender os líderes do movimento, cujas casas foram incendiadas. Muitos deles foram deportados para Lisboa, mas Filipe dos Santos foi condenado e executado. Assim, essa revolta não conseguiu cumprir seus objetivos e foi facilmente sufocada pelo governo.
Felipe dos Santos foi morto porque ele e sua tropa demoliram as casas de fundição.
Por seu caráter nativista e de protesto contra a política metropolitana, muitos historiadores consideram este movimento como um embrião da Inconfidência Mineira (1789).

Assinale a alternativa correta:
1- A respeito da Revolta de Filipe dos Santos (1720), assinale a alternativa incorreta.
a) O governo português proibiu a circulação de ouro em pó em Minas Gerais, exigindo que todo o minério extraído fosse entregue às Casas de Fundição.
b) Filipe dos Santos Freire era um rico fazendeiro e tropeiro, e a revolta durou um ano.
c) Filipe dos Santos, considerado líder, foi julgado e condenado à morte por enforcamento.
d) Após a revolta, a coroa portuguesa aumentou ainda mais a fiscalização na região das minas, visando a combater a evasão fiscal e o contrabando de ouro.
e) Para aumentar o controle sobre a região, foi criada a capitania de Minas Gerais.

2- Os movimentos nativistas brasileiros podem ser definidos como movimentos:
a) internacionalistas.
b) socialistas e comunistas.
c) em defesa dos interesses brasileiros.
d) em defesa dos interesses indígenas e silvícolas.
e) separatistas.

3- A Revolta de Filipe Santos, que aconteceu em 1720, também é conhecida como:
a) Revolta de Vila Rica
b) Revolta de Beckman
c) Revolta dos Malês
d) Revolução Pernambucana
e) Revolução Praieira

4- A Revolta de Filipe de Santos tem relação direta com:
a) a quantidade de soldados portugueses estabelecidos em Portugal.
b) a falta de autonomia administrativa da capitania.
c) os altos impostos cobrados nas Casas de Fundição.
d) a presença de forasteiros em Minas Gerais.
e) o fim da escravização de indígenas em Vila Rica.

5- A Guerra dos Emboabas, a dos Mascates e a Revolta de Vila Rica, verificadas nas primeiras décadas do século XVIII, podem ser caracterizadas como:
a) movimentos isolados em defesa de ideias liberais, nas diversas capitanias, com a intenção de se criarem governos republicanos;
b) movimentos de defesa das terras brasileiras, que resultaram num sentimento nacionalista, visando à independência política;
c) manifestações de rebeldia localizadas, que contestavam alguns aspectos da política econômica de dominação do governo português;
d) manifestações das camadas populares das regiões envolvidas, contra as elites locais, negando a autoridade do governo metropolitano.
e) manifestações separatistas de ideologia liberal contrárias ao domínio português.


Gabarito:
1-B;
2-C;
3-A;
4-C;
5-C;

sexta-feira, 17 de abril de 2026

FILOSOFIA - Ativ. III

FILOSOFIA - Atividades

Assinale a alternativa correta:

1- Sobre o conceito de Estado, é correto afirmar:

a) É uma organização civil para administrar dado território e a sua população.

b) Refere-se à não existência da divisão territorial determinada pelos limites geográficos.

c) Trata-se da eleição realizada pelo povo que garante a legitimidade para as pessoas governarem.

d) É a estrutura organizacional e política, fruto de um contrato social ou de um pacto político, que 

garante legitimidade ao governo.

e) Consiste em uma estrutura organizacional e política, independente de um pacto político com 

autoridade.


2- “O príncipe, portanto, não deve se incomodar com a reputação de cruel, se seu propósito é 

manter o povo unido e leal. De fato, com uns poucos exemplos duros poderá ser mais clemente 

do que outros que, por muita piedade, permitem os distúrbios que levem ao assassínio e ao 

roubo.” MAQUIAVEL, N. O Príncipe, São Paulo: Martin Claret, 2009.

No século XVI, Maquiavel escreveu O Príncipe, reflexão sobre a Monarquia e a função do 

governante. A manutenção da ordem social, segundo esse autor, baseava-se na:

a) Inércia do julgamento de crimes polêmicos.

b) Bondade em relação ao comportamento dos mercenários.

c) Compaixão quanto à condenação de transgressões religiosas.

d) Neutralidade diante da condenação dos servos.

e) Conveniência entre o poder tirânico e a moral do príncipe.


3- Para que não haja abuso, é preciso organizar as coisas de maneira que o poder seja contido 

pelo poder. Tudo estaria perdido se o mesmo homem ou o mesmo corpo dos principais, ou dos 

nobres, ou do povo, exercesse esses três poderes: o de fazer leis, o de executar as resoluções 

públicas e o de julgar os crimes ou as divergências dos indivíduos.

Os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário atuam de forma independente para a efetivação

 da liberdade, sendo que esta não existe se uma mesma pessoa ou grupo exercer os referidos 

poderes concomitantemente. MONTESQUIEU, B. Do Espírito das Leis. São Paulo: Abril Cultural, 

1979 (adaptado).

A divisão e a independência entre os poderes são condições necessárias para que possa haver 

liberdade em um estudo. Isso pode ocorrer apenas sob um modelo político em que haja

a) exercício de tutela sobre atividades jurídicas e políticas.

b) consagração do poder político pela autoridade religiosa.

c) concentração do poder nas mãos de elites técnico-científicas.

d) estabelecimento de limites aos atores públicos e às instituições do governo.

e) reunião das funções de legislar, julgar e executar nas mãos de um governo eleito.


Coloque V ou F

4 (      ) Como dimensão superestrutural da sociedade capitalista, o Estado é um instrumento de 

dominação da classe dos proprietários.

5 (       ) A legitimidade do Estado Moderno deriva, principalmente, do reconhecimento da validade 

legal e da competência funcional, baseadas em normas racionalmente estabelecidas.

6 (      ) A cidadania é o conjunto de direitos e deveres de um indivíduo que vive em sociedade, no 

que se refere ao seu poder e grau de intervenção no usufruto de seus espaços e na sua posição 

em poder nele intervir e transformá-lo.

7 (       ) Na investigação sobre as origens e os fundamentos das associações políticas, foram 

elaboradas poucas respostas ao longo da história.

 

Gabarito:

1D - 2E - 3D - 

4F - 5V - 6V - 7F

 

 


sábado, 11 de abril de 2026

EDUCAÇÃO NA IDADE MÉDIA

A EDUCAÇÃO MEDIEVAL

Como na Idade Média havia um monopólio da cultura e do 

pensamento por parte da Igreja Católica, a educação teve grande 

influência religiosa. Eram os integrantes da Igreja que 

estabeleciam o que deveria ser estudado, os conteúdos e os 

objetivos da educação. As escolas eram, portanto, associadas 

às instituições religiosas católicas. Embora controlada pela Igreja, 

a educação não ficou apenas no campo religioso, abrindo também 

espaço para o estudo das ciências, técnicas e habilidades.

Principais características e objetivos da educação medieval:

• Transmissão de técnicas adquiridas, para formação profissional.

• Ênfase na formação religiosa católica. As escolas monásticas eram o 

centro de aprendizagem no início da Idade Média, e o currículo era 

frequentemente centrado em textos religiosos, incluindo o estudo da Bíblia 

e escritos de estudiosos religiosos.

• Desenvolvimento da leitura e escrita do latim (língua mais falada na 

Europa Medieval). A maioria dos textos, incluindo obras religiosas e 

filosóficas, foi escrita em latim. O uso de línguas vernáculas na educação 

começou a aumentar no final da Idade Média.

• Desenvolvimento de habilidades como falar, refletir, pensar, debater e concluir.

Currículo básico da educação na Idade Média:

- Gramática (regras da língua falada e escrita).

- Dialética (processo ou arte do diálogo e debates).

- Retórica (arte para elaborar e utilizar bons argumentos).

- Geometria (campo da Matemática que estuda as formas geométricas e o espaço 

que elas ocupam).

- Aritmética (ramo da matemática que estuda os números).

- Lógica (forma de pensamento racional e científico para se chegar à verdade 

ou resultado correto).

- Música.

- Astronomia (estudo dos astros e do espaço sideral).

- Latim (língua mais falada e escrita na Idade Média).

Tipos de Escolas Medievais

Escolas Paróquias: voltadas, principalmente, para a formação de padres. Ensinava-se, 

basicamente, temas religiosos, já que o objetivo principal era a formação sacerdotal.

Escolas Monásticas: eram voltadas, principalmente, para a formação de 

monges. Funcionavam em sistema de internato. Latim, canto gregoriano, textos 

sagrados (entre eles a Bíblia) e Filosofia eram os principais temas estudados 

nestas escolas. Valorização do trabalho e disciplina também eram importantes 

nestas escolas.

Escolas Palatinas: tinham como objetivo a formação mais ampla do indivíduo. 

Estudavam nestas escolas, principalmente, os filhos de nobres. Exigiam muita 

dedicação e empenho dos estudantes, pois tinham um currículo vasto. As 

principais disciplinas estudadas eram: Gramática, Aritmética, Geometria, 

Astronomia, Dialética, Retórica, Filosofia e Música.

Universidades Medievais: surgiram na Europa no século XII. As primeiras 

foram fundadas na França, Inglaterra e Itália. Eram comunidades formadas 

por mestres e estudantes (universitas) voltadas para o ensino, pesquisa, produção 

de conhecimentos, reflexão e debate. Serviram de modelo para as 

Universidades que temos até hoje. Em função dos temas polêmicos que levantam 

e discutiam de forma aberta, sofreram muita intervenção de reis, ordens religiosas 

e até mesmo do papa. Após uma formação básica (Gramática, Retórica, 

Aritmética, Geometria, Filosofia, Lógica e Astronomia), os estudantes podiam 

prosseguir seus estudos em áreas específicas. Os primeiros cursos universitários 

na Idade Média foram de Medicina, Teologia e Direito.

Os mosteiros e catedrais eram os principais centros de ensino na Idade 

Média. Neles, os monges e clérigos eram responsáveis por transmitir 

conhecimentos nas áreas da teologia, filosofia, retórica e música. Além 

disso, essas instituições também abrigavam bibliotecas, onde os estudantes 

tinham acesso a manuscritos e livros raros, considerados verdadeiros 

tesouros intelectuais da época.

Os livros eram considerados verdadeiros tesouros na educação medieval. 

No entanto, eles eram extremamente raros e valiosos, já que eram produzidos 

de forma artesanal e demandavam um grande investimento de tempo e 

recursos. Os estudantes tinham acesso a bibliotecas, onde podiam consultar 

manuscritos e livros, mas a posse de um livro era privilégio de poucos. A 

transcrição e a cópia de textos eram atividades comuns nas instituições 

de ensino, garantindo a preservação do conhecimento.

Quem eram os estudantes na Idade Média?

Grande parte dos estudantes da Idade Média vinha da nobreza, pois esta 

camada social possuía recursos financeiros para manter os filhos nas 

escolas. Os nobres decidiam quais filhos iriam para a área militar (formação 

de cavaleiros), para a formação técnica (escolas formais) ou formação 

religiosa (escolas monásticas).

Já os camponeses e seus filhos, sem recursos financeiros e presos às obrigações 

servis, não tinham acesso à educação escolar, ficando sem saber ler e escrever 

por toda vida.

Nos séculos XIV e XV (final da Idade Média), com o surgimento da burguesia, 

as escolas e universidades passaram a ter muitos estudantes oriundos desta 

nova camada social. Os filhos dos burgueses iam para escolas e universidades 

que davam formação mais ampla ou de caráter técnico. Os burgueses buscavam 

formar seus filhos em áreas como Medicina, Artes, Direito, Filosofia e 

Arquitetura. Claro que muitos burgueses também direcionavam os estudos 

dos filhos para que estes continuassem o negócio da família nas áreas de 

comércio ou finanças.

A educação no período medieval foi marcada por uma série de características 

peculiares, como a influência da Igreja, a valorização da memorização e a 

restrição do acesso à educação. Embora restrita a uma elite privilegiada, a 

educação medieval desempenhou um papel fundamental na formação intelectual 

e religiosa da época. Através dos mosteiros e catedrais, o conhecimento foi 

preservado e transmitido, garantindo a continuidade da cultura e da tradição. O 

estudo da educação medieval nos permite compreender as bases do sistema 

educacional atual e refletir sobre as transformações ocorridas ao longo dos séculos.

* Deonisio Formentini, professor de História.

sexta-feira, 3 de abril de 2026

O MURO DE BERLIM

O MURO

O Muro de Berlim foi construído em 1961 visando separar as partes ocidental e oriental da 

cidade de de Berlim, na Alemanha. O lado oeste da cidade ficava sob o controle dos Estados 

Unidos e o leste, da União Soviética.

Com o fim da Segunda Guerra Mundial em 1945, a Alemanha nazista foi derrotada pelos 

exércitos Aliados, composto por Estados Unidos, Inglaterra, França e União Soviética.

Por esse motivo, teve o seu território dividido entre os países vencedores. Berlim estava 

situada na parte oriental da Alemanha, entretanto, por ser a capital também foi dividida 

entre os vitoriosos.

Em cada lado do muro estava vigente um modelo socioeconômico diferente: o lado oeste 

norte-americano vivia em um sistema capitalista, enquanto o lado leste soviético vivia um 

modelo comunista.

O Muro de Berlim foi um símbolo dessa divisão e também uma marca da disputa ideológica 

da Guerra Fria. Os dois modelos econômicos, o capitalismo norte-americano e o 

comunismo soviético, disputavam para ser o regime dominante em todo o mundo.

O muro foi construído pelo lado soviético a fim de evitar que houvesse migrações para 

o lado capitalista. Esteve de pé por 28 anos, até 1989, quando a própria população o 

derrubou, assinalando simbolicamente a derrota do sistema comunista.

O Muro de Berlim foi construído por Walter Ulbricht, presidente da Alemanha Oriental, em 

13 de agosto de 1961. Ele ordenou que tropas e veículos do exército fizessem uma barreira 

que impedisse a passagem de qualquer civil entre os lados ocidental e oriental.

Em 1989 houve uma onda de migração da Alemanha Oriental para os vizinhos Hungria e 

Polônia. Esses países, apesar de também viverem em governos apoiados pela União 

Soviética, passaram por momentos de enfraquecimento do poder comunista. Por exemplo: a 

abertura das fronteiras para países ocidentais por parte da Hungria, e a eleição de um 

governante não comunista na Polônia.

Pressionado, o governo da Alemanha Oriental anunciou que também abriria suas fronteiras, 

o que ocasionou a ida de um grande número de pessoas para os limites do muro, com o 

objetivo de passar a fronteira.

A demora na abertura da passagem fez com que a própria multidão começasse a destruir o 

muro, em 9 de novembro de 1989. Entretanto, a demolição de toda a extensão da parede 

aconteceu somente em 13 de junho de 1990.

O Muro de Berlim foi um símbolo da Guerra Fria porque mostrava concretamente a divisão 

ideológica que o mundo enfrentava durante a Guerra Fria.

Os países se dividem entre os apoiadores do capitalismo norte-americano e do comunismo 

soviético. Aqueles que optaram por um ou por outro, interna e externamente enfrentavam

 movimentos de resistência contrários.

O muro exemplificou de forma física uma divisão que acontecia não somente em Berlim, mas 

em todo o planeta. Por isso, a queda do Muro de Berlim (derrubado pelas próprias pessoas, 

especialmente as do lado soviético), representava uma insatisfação com a divisão e uma 

suposta predileção pelo modelo capitalista.

O Muro de Berlim foi quase todo destruído entre 1989 e 1990, mas algumas partes da

 construção foram mantidas, como registro histórico sendo atualmente atrações turísticas 

de Berlim. É possível encontrar partes do muro em exposições pela cidade, entretanto, a 

maior parte da parede de concreto foi transformada em uma espécie de galeria de arte ao 

ar livre. O muro está repleto de grafites e outras expressões de arte que fazem, inclusive, 

críticas políticas.


Exercícios:

1- O …………………. foi construído em 1961 visando separar as partes ocidental 

e oriental da cidade de de Berlim, na Alemanha.

2- Em cada lado do muro estava vigente um modelo socioeconômico diferente: o 

lado oeste norte-americano vivia em um sistema …………………. , enquanto o 

lado ………… vivia um modelo comunista.

3- O Muro de Berlim foi um símbolo da Guerra Fria porque mostrava 

concretamente a divisão ideológica que o mundo enfrentava durante 

a ……………….


Coloque V ou F

4(     ) A queda do Muro de Berlim (derrubado pelas próprias pessoas, especialmente 

as do lado soviético), representava uma insatisfação com a divisão e uma suposta 

predileção pelo modelo capitalista.

5(      ) O Muro de Berlim foi quase todo destruído entre 1989 e 1990, mas algumas 

partes da construção foram mantidas, como registro histórico sendo atualmente 

atrações turísticas de Berlim.

6(      ) O muro foi construído pelo lado soviético a fim de evitar que houvesse 

migrações para o lado socialista e esteve de pé por 20 anos.

 

Gabarito:

1- Muro de Berlim;

2-  capitalista - leste soviético;

3- Guerra Fria.

4-V

5-V

6-F


* Deonisio Formentini, professor de História.

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