HISTÓRIA, GEOGRAFIA, ENSINO RELIGIOSO, CULTURA e ATUALIDADES - (filmes, músicas e livros)

O SÍTIO DO PICAPAU AMARELO

MONTEIRO LOBATO - O SÍTIO DO PICA PAU AMARELO A história do Sítio do Picapau Amarelo teve início no ano de 1921, quando Monteiro  Lobato pub...

domingo, 30 de julho de 2023

Música, "LA MÉRICA", de Ângelo Giusti

 

MÚSICA “LA MÉRICA”, 

de  Ângelo Giusti

DA I’Itália noi siamo partiti,

Siamo partiti c’o i nostri onori

Trienta e sei giorni de machina e vapore

E nela Mérica noi siamo arrivá


Nela Mérica noi siamo arrivati,

No abiam trovato n’é pàglia n’ e fieno

Abiam dormisto su’I nudo tereno,

Come le bestie abiam riposa


E la Mèrica I’è lunga e I’è larga

L’ è circondata de monti e de piani

E co’la industria dei nostri italiani

Abiam fondato paesi e cità


Mérica, Mérica, Mérica

Cosa sarála sta Mérica?

Mérica, Mérica, Mérica

L’è un bel massolino de fior



Da Itália nós partimos

Partimos com a nossa honra

Trinta e seis dias de trem e vapor

E na América nós somos chegados


Na América nós chegamos

Não encontramos nem palha, nem feno

Dormimos no solo nu

Como animais repousamos


Mas a América é grande e é larga

É formada de montes e planícies

E com talento de nossos italianos

Fundamos vilas e cidades


América, América, América

O que será esta América?

América, América, América

Um belo ramalhete de flores.

Após a leitura da música “LA MÉRICA”:, responda:

1- A música refere-se a imigração ………………………. para o Brasil.


2- Meios de transporte utilizados pelos imigrantes para chegarem ao Brasil

era ………………………………


3- Como era vista a América no pensamento dos imigrantes, que vinham

para o país?


4- Além das lavouras, os imigrantes também fundaram ……………………..


5- Na sua opinião, “o que será esta América”?



* Deonisio Formentini, professor de História.


Gabarito:

1- italiana

2- trem e o navio a vapor

3- Grande e larga, formada de montes e planícies

4- vilas e cidades

5- Resposta pessoal.






quinta-feira, 27 de julho de 2023

HISTÓRIA DA FAMÍLIA FORMENTINI

 2023 -  O CENTENÁRIO DE UM PIONEIRO

Nesse ano de 2023, no dia 07 de julho, celebramos o centenário do nascimento de RICIERI LUIZ FORMENTINI (07 de julho de 1923 - 27 de julho de 2001), que foi um dos moradores do município do Braga-RS onde formou sua família e, como era agricultor, acabou sendo o pioneiro no plantio de soja nesta região. 

Conheça um pouco sobre a história da Família Formentini, desde a sua origem na Itália, a vinda para o Brasil e a formação de muitas famílias, que encontram-se espalhadas pelo Brasil.  

FAMÍLIA FORMENTINI NO BRASIL

O ano de 1877 marcou a chegada do primeiro casal Formentini no sul do Brasil. Ângelo Formentini e Ângela Formentini deixaram a Itália, mais precisamente a cidade de Bariano, província de Bergamo, em um navio em direção ao porto de Paranaguá no Brasil.

Ângelo Formentini nasceu aos 14/07/180 em Bariano, era filho de Giovanne Formentini e de Catterine Danelle. Casou-se com Ângela Pioldi em 26/10/1871, que era filha de Dionigi Pioldi e de Rizzi Battistina. Tiveram 05 filhos: Giacomo, Catterina, (ambos nascidos em Bariano, na Itália), Luis, Simão e José (nascidos em Coronel Pilar, Garibaldi-RS).

O casal de imigrantes Formentini morava na pequena cidade de Bariano, próxima a praça central, onde as famílias consideradas importantes geralmente moravam e foi dali, que partiram para a América.

Deixaram a Itália por muitos motivos, como: seca, doença, miséria. Desde 1870, a família de Ângelo, não tinha terra, não tinha casa, eram meeiros, arrendatários de uma grande família, dona de uma grande parte das terras da região onde viviam, família essa do senhor Francesco Grataroli.

Os nossos antepassados saíram de Bergamo, mas no país (Itália) ainda encontram-se muitas pessoas descendentes da família Formentini.

Não sabemos exatamente onde desembarcaram Ângelo e Ângela Formentini aqui no Brasil, sabe-se que fixaram residência no interior de Garibaldi, na Linha 90, hoje município de Coronel Pilar-RS.

Após a chegada na terra de Coronel Pilar a família Formentini, assentada na pequena propriedade e no trabalho familiar, vai crescendo e tornando-se numerosa. Dos filhos de Ângelo e Ângela, cada um seguiu o seu destino e compuseram as suas famílias que ficaram numerosas.

Giacomo Formentini, casou-se com Maria Scapini em 29/01/1890 e tiveram 15 filhos, que são: Ângelo, Rodolfo, Dovílio,            , Luis, Manuel, César, Catarina, Joana, Cândida, Elvira, Cilena, Carolina, Rosa e Pedro.

Luis Formentini, casou-se com Maria Tirloni em 18/07/1904 e tiveram 11 filhos, que são: Abramo, Lourenço, Teodosio, Olívia, Helena, Aurélio Leonelo, Ricieri, Vitalino, Ambrosina, Oriele, Rosa.

Simão Formentini casou-se com Fortunata Grillo em 24/11/1906 e tiveram 04 filhas, que são: Rosalia, Amábile, Elvira e Celestina.

José Formentini casou-se com Maria Tombini em 28/01/1911 e tiveram 14 filhos, que são: Constante, Carmela, Oriele, Abel, Leopoldina, Albano, Máximo, Anna Maria, Ricieri, José, Genuíno, Gema, Oliva e Irene.

A menina Catterina nasceu em 02.09.1872 na cidade de Bariano, Itália. Quando a família embargou para o Brasil (31.01.1877), ela estava com 04 anos de idade. Devido as más condições de higiene e saúde no qual a maioria dos imigrantes eram submetidos dentro dos navios que os traziam até a América, Catterina acabou falecendo no dia 15.03.1877, a bordo do navio, conforme registro encontrado do ato de sua morte, registrado pelo capitão do navio que os transportavam, conforme segue abaixo:

O Engarregado

Assinado : G. BREYER

No ano 1878, no dia 18 do mês de janeiro, eu subscrito Giuseppe Masciocchi, secretário oficial da Prefeitura de Bariano, recebi hoje uma carta com data de 15 do corrente mês de fevereiro, n° 278, no protocolo junto ao qual encontrei uma cópia do Ato de Morte de Catterina FORMENTINI.

ATO DE MORTE

No ano de mil oitocentos e setenta e sete, Ano do Senhor de 1877 , no dia 15 do mês de março, a bordo do BRICH Barca denominado RAMÓ, inscrito no compartimento maritimo de Genova. Partiu de Genova em 31 de janeiro do mesmo ano (1877) com direção a paranaguá (Brasil), um comboio de passageiros colonos, e achando-se na altura latitudinal 1°24min.  Norte e longitude 24° 06min.  a Oeste. 

Nós, Capitão Filippo Drago, Mario Antonio Ramó e Luigi Canale, do dito comboio, notificamos a morte da menina Catterina FORMENTINI, filha de Angelo e Angela de Bariano, Província de Bérgamo. Juntos nos reunimos em torno do corpo e obdervamos que apresentava sinais de morte evidente. Em fé de que, nós Capitão Filippo Drago e o segundo Mario Antonio Ramó e Luigi Canale, assistente, escrevemos o presente ato em presença dos seguintes testemunhas, dadas e obtidas as qualidades requeridas pela lei depois de ter lido o presente Ato.

Assina : Mario Antonio Ramó

Assina : Luigi Canale, assistente.

Por conforme o original existente anotei no meu diário naútico.

Montevidéo, 15/06/1877

Assinado – Filippo Drago.

Visto, Montevidéo, dia 2/07/1877

H.R. Vice Consul= oficial delegado do serviço civil.

Assinado : F. BRUNIZ, Ministro das Relações Exteriores

Visto para legalização de assinaturas, Roma no dia 15/12/1877

O engarregado. Assinado : G. BREYER


Foi completada a transcrição com o meu visto, a qual foi inserida uma cópia no volume dos anexos a esse registro. 

D. Giuseppe.


    A família de Ângelo e Ângela Formentini, após fixaram residência na localidade de Linha 90, Garibaldi,

atual Coronel Pilar, com o passar dos anos e na medida em que os filhos iam casando e formando as

suas respectivas famílias, espalharam-se por vários municípios do RS, Paraná e outros estados do Brasil.

Como a família foi tornando-se numerosa e ocupando diversas regiões do nosso estado e de 

outros estados do Brasil, desconhecemos o quantos somos e onde estamos, por isso aqui há um registro 

da descendência no qual mais temos contato que é de José Formentini, que nasceu em 08.01.1888 e faleceu em 25.01.1969, em Coronel Pilar. Teve 14 filhos, dentre os quais, Ricieri Luiz Formentini (meu avó), que juntamente com mais 03 irmãos (Albano, Carmela e Irene) vieram colonizar o município de Braga-RS.

Uma das curiosidades da família de José Formentini e de Maria Tombini Formentini foi que, muitos dos

seus filhos, acabaram casando com irmãs de outra família, demonstrando-se assim, uma maneira de vida

daquela época, onde os pais permitiam os casamentos de seus filhos, sempre com famílias importantes e

tradicionais do local onde moravam.

    Ricieri Luiz Formentini nasceu em 07.07.1923, na localidade de Coronel Pilar em Garibaldi, RS e

casou-se em 08.03.1944 com Clemen Longhi, nascida em 03.08.1924, filha de Marco Longhi e de

Tereza Longhi. Tiveram 12 filhos que são: Aldo, Onildo (meu pai), Iria, Domingos, Marilena, Roberto

(falecido), Elvira, Teresinha, Darci, Valdir, Cleni, Marcos (falecido).  Após o casamento foram morar

juntamente com o seu pai, José Formentini, mais o seu irmão, Albano Formentini e esposa, na mesma

casa, na localidade de São Sebastião. Moravam às 03 famílias, por um período de aproximadamente

03 anos, depois mudaram-se para uma terra próxima a atafona de seu tio Máximo. Nove meses após

o casamento foi chamado para cumprir o serviço militar em vista da emergente 2ª Guerra Mundial de

1945. Como as regras do quartel de então eram rígidas, não pode estar presente por ocasião do

nascimento do seu primeiro filho. Somente seis meses depois foi liberado do serviço militar, como

também de ir para a guerra, pois estava chegando ao fim. Depois disso voltou para casa, conheceu

o filho e continuou os trabalhos duros da vida de trabalhador da roça.

    Na localidade de São Sebastião, Ibirubá, havia muitas famílias e pouca terra. Diante disso preparou-se

para migrar novamente, a região escolhida foi a então Vila Braga, região essa escolhida porque aqui,

tinha vindo uma irmã casada com o senhor Ricieri Rebelato, a senhora Carmela Rebelato, e os mesmos

relataram que aqui, a terra era boa, farta e barata. Assim, o senhor Ricieri e o seu irmão Albano

resolveram vir conhecer e acabaram comprados aqui suas terras. A viagem foi de caminhão, vieram

com a ajuda de algumas pessoas de Alfredo Brener, que trouxeram de lá o caminhão usado para trazer

a mudança. Chegaram em outubro de 1950. Trouxeram também um cavalo, uma junta de boi e uma

vaca. Ficaram morando lá na colônia, porque quando compraram as terras, foi deixado pessoas pra ir

fazendo um galpão, onde moraram por uns dois ano,  até fazerem uma casa. Na época já trouxeram 03

filhos: o Aldo, o Onildo e a Iria com 01 ano, os outros todos nasceram aqui. Logo que chegou começou o

trabalho duro de desbravar a terra com a rude foice, machado e arado. Alguns anos depois começou um

novo tipo de atividade rural, ou seja, plantação de mandioca e produção de mandioca.

    Foi feita a atafona porque aqui não tinha, foi plantada a mandioca levando em conta que a terra era boa

para essa cultura e, na atafona era produzida a farinha. Trabalhavam muito, eram duas famílias que

mantinham em funcionamento (Ricieri e Albano). As vezes, quando era muito o serviço, tinham algum

empregado quer era pago por dia,  A farinha vendia para um negociante que comprava e depois vendia

para as cidades maiores como Ijui e Santa Rosa. Era um trabalho pesado porque só trabalhava-se no

inverno, época que a mandioca parava de crescer. Tinha que ir até na lavoura arrancar ela e puxar ela,

limpar e depois, no depósito, descarrega ela e passar pro elevador e levar para o  ralador, leva para

prensa e tirava aquela água, para depois ir pro forno e ai torrava ela para virar a farinha. Por causa do

trabalho na atafona, a família tinha luz elétrica, que era gerada por um dínamo, que gerava luz para o

funcionamento da atafona.

Aos poucos foi trocado o plantio da mandioca pela soja, desconhecida e pouco cultivada até então na

região, porque a mandioca não dava mais, a atafona foi vendida aos poucos. Diante disso começou logo a

preparar a terra para o cultivo deste novo cereal (soja). Logo nos primeiros anos se colhia a soja com foice,

depois com trilhadeira, aí veio a máquina e o trator também. Assim tornou-se um dos primeiros plantadores

de soja do município bem como um dos primeiros a usar trator e colheitadeira. Desde a década de 70

dedicava-se ao trabalho de preparar a terra, plantar as sementes e colher os seus frutos.

    O senhor Ricieri Luiz Formentini, com toda a sua família, foi de grande importância para a formação

e desenvolvimento do município de Braga. Analisando documentos de várias entidades do nosso

município, encontram-se membros da nossa família atuando diretamente na administração dessas

entidades, fazendo parte atuante das diretorias.

São exemplos disso, a diretoria da Igreja Santa Catarina, onde o senhor Ricieri Luiz Formentini foi muitas

vezes da sua diretoria, inclusive sendo presidente por alguns anos dessa entidade e em outros momentos

fazendo parte como membro atuante da mesma. Conforme as atas encontradas, onde se registravam a presença

de todas as pessoas que compareciam, demonstrando a sua assiduidade e, principalmente, contribuição com

a Igreja, que pode ser comprovada (também nas atas) através de doações que a família fazia à mesma,

como: animais (para as festas realizadas pela mesma), madeira (construções) e do seu trabalho voluntário,

durante muitos anos.

Outro exemplo de dedicação e trabalho da família Formentini é na Diretoria do Círculo de Pais e Mestres

da atual Escola Estadual de Ensino Médio Santo Pazini, onde estudaram alguns de seus filhos. 

A família não era só trabalho, gostava também de uma diversão, que naquela época era o jogo de

futebol. Na cidade temos dois clubes: Gaúcho e São Luiz. O clube Gaúcho foi, muitas vezes, administrado

por membros da nossa família, tanto como presidente ou como membros atuantes da diretoria e, inclusive,

do próprio time de futebol. Em algumas épocas, o senhor Onildo Formentini era o goleiro titular do mesmo

(conforme a foto ao lado), e o seu pai, seus irmãos e primos também faziam parte do time, da diretoria e

das promoções realizadas pelo mesmo. 

Também encontramos na diretoria do CTG Querência da Saudade de Braga-RS, membros da nossa

família fazendo parte da sua diretoria e contribuindo para a sua formação e manutenção da instituição.

Após a emancipação política do município de Braga-RS, ocorrida em 08.05.1966, também encontramos

membros da Família Formentini, compondo a bancada dos vereadores do nosso município, em diversas

legislaturas, eleitos pelos tradicionais partidos do município, que eram: ARENA, PDS, PPB, atual PP.

A família mudou-se para a sede do município, por volta da década de 70, porque tinham alguns filhos

para estudar de noite e era necessário ficar mais perto da escola, e os filhos solteiros, juntamente com o pai

e alguns empregados, continuaram com o trabalho na lavoura. 

Ricieri Luiz Formentini, faleceu no dia 27 de julho de 2001, no Hospital Universitário da PUC de

Porto Alegre, vítima de carcinoma pulmonar, chocou profundamente os familiares, bem como toda

comunidade braguense.

A ordenação de um Formentini



       Faz parte da família Formentini, o único braguense ordenado padre, trata-se de Valdir Antônio Formentini,

nascido aos 25 de novembro de 1961, que se ordenou padre em 23 de novembro de 1991, membro da

congregação dos Oblatos de São Francisco de Sales.

 Para a sua família, em especial para a sua mãe, quando Valdir quis ser padre achou-se que foi da

vontade dele e que foi Deus que o chamou pra ser padre. Clemen Formentini, diz que “Meu coração

ficou feliz e foi uma alegria pra mim, porque é um caminho bom. Estou feliz”. Toda a família incentivou

o Valdir a tornar-se padre, inclusive o seu pai, que era muito religioso. Trabalhou na CNBB Sul III

como Assessor Estadual da Pastoral da Juventude e também foi Pároco da Igreja São Carlos, em

Monte-Carlo, Principado de Mônaco por 4 anos. Hoje trabalha na Paróquia de Santa Isabel, município

de Viamão-RS.

 A Praça Municipal Ricieri Luiz Formentini

No ano de 2000 foi construída uma praça municipal, localizada entre os logradouros da Avenida Marechal

Floriano Peixoto, Rua Campo Sales, esquina com as Ruas Bento Gonçalves e Santo Pazini, mais precisamente

na entrada do nosso município.

    Conforme o relato do Prefeito Antonio Juarez de Jesus Mello, prefeito da época, a construção da pra

tinha como um dos objetivos principais, o de embelezar a entrada da nossa cidade e a referida praç

passou a se chamar Praça Municipal Ricieri Luiz Formentini. Uma justa homenagem da administração

municipal, a esse cidadão e toda a sua família pelos relevantes serviços prestados para o

desenvolvimento do nosso município. Nela encontram-se um Cristo que a sua construção, se deve

pelo fato que o senhor Ricieri deu total apoio para que o seu filho Valdir Antonio Formentini se tornasse

Padre, sendo a única família que deu um padre para o município. Essa praça foi criada pela Lei

Municipal nº 0761, de 11 de abril de 2000.

Os Encontros da Família Formentini

     Buscando entender um pouco de como ocorreu a formação da nossa família e, principalmente de saber o

quanto somos e onde estamos, o Padre Valdir Antonio Formentini, que esteve várias vezes na Itália (foi pároco

de Mônaco), esteve pesquisando e reunindo documentos da nossa história. Para apresentar um pouco

dessa história e mostrar para os seus descendentes e ascendentes da família, juntamente com uma comissão

de apoio e pesquisa, foi realizado o 1º Encontro da Família Formentini, no dia 17 de fevereiro de 2008, na

cidade de Ibirubá-RS.

         A cidade é um dos lugares onde se encontram muitos familiares ligados aos Formentini e foi a partir dessa

cidade, que muitos colonizaram outros municípios gaúchos, inclusive Braga.O encontro foi a primeira oportunidade de conhecermos um pouco das pessoas que formam a nossa

família. Além de conhecer, foi o momento de rever muitas pessoas que não encontrávamos há muito tempo.

Foi marcado por uma missa de ação de graças, um momento que foi apresentado um pequeno histórico do

casal Ângelo e Ângela Formentini e logo após um almoço de confraternização acompanhado com comidas

típicas da culinária italiana. Conforme relato dos organizadores, no encontro estiveram aproximadamente

450 pessoas. Após o almoço, ocorreu apresentação de coral e grupos cantando músicas italianas. 

Os encontros para reunir os descendentes da Família Formentini continuaram sendo realizados, em

diferentes anos e lugares. Tais como:

II Encontro da Família Formentini – aconteceu em 19 de dezembro na cidade de Coronel Pilar-RS;

III Encontro da Família Formentini – aconteceu em 26 de janeiro de 2014, na cidade do Braga-RS;

IV Encontro da Família Formentini – ocorreu na Linha 90, cidade de Coronel Pilar, no dia 23 de

outubro de 2016.

V Encontro da Família foi no dia 13 de outubro de 2019, na cidade de BENTO GONÇALVES-RS,

tendo como local o CTG Laço Velho.

VI Encontro da Família aconteceu no dia 22 de abril de 2023, na comunidade de Santa Luzia de

Rio Azul, cidade de Palotina-PR.




* Deonisio Formentini, professor de História.

sábado, 22 de julho de 2023

25 DE JULHO – DIA DO COLONO E MOTORISTA

 DIA DO COLONO E MOTORISTA

Comemora-se em todo o Brasil o Dia do Colono e dia do Motorista. Para centenas de comunidades rurais do Sul do Brasil, o dia 25 de julho sempre se revestiu de significado cordial: é o Dia do Colono, estendendo ainda suas reverências ao motorista. Em outras palavras, ele remete às origens, aos pioneiros, num momento de celebração e de congraçamento por todos aqueles que, ao longo de décadas, plantaram as bases do desenvolvimento e do progresso regional.

A definição do 25 de julho como Dia do Colono deu-se em 1924, em meio às comemorações do centenário de vinda dos primeiros imigrantes ao Rio Grande do Sul. A data simboliza a chegada da primeira leva de imigrantes à Feitoria Real do Linho Cânhamo, que, posteriormente, constituiria a sede da cidade de São Leopoldo.🚜

O Dia 25 de julho também é o Dia do Motorista em homenagem ao protetor dos motoristas e dos viajantes: São Cristóvão. Ele viveu provavelmente na Síria e sofreu o martírio no século III. “Cristóvão” significa “Àquele que carrega Cristo” ou “porta-Cristo”. Seu culto remonta ao século V. De acordo com uma lenda, Cristóvão era um gigante com mania de grandezas.🚛

No dia 5 de setembro de 1968, foi sancionada pelo então presidente Artur da Costa e Silva a Lei nº 5.496, que Institui oficialmente o “Dia do Colono”, comemorado em 25 de julho de cada ano. Embora não seja considerado feriado, o dia é sempre comemorado com eventos, festa, desfiles, e homenagens ao dia do Colono.


Responda:

- Que importância tem o Colono e o Motorista para o desenvolvimento da economia do seu município?



* Deonisio Formentini, professor de História.

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